quinta-feira, 12 de março de 2015
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Estúdio de "Outlast" trabalha em continuação para jogo de terror
Em entrevista com o site Bloody Disgusting, o cofundador do estúdio Red Barrels, Philippe Morin, confirmou que a produtora está trabalhando em uma sequência para"Outlast", jogo de horror lançado no ano passado para PC e Xbox One e PS4 neste ano.
"Sim, estamos trabalhando em 'Outlast 2'", disse Morin. "O jogo será uma experiência de survival horror no mesmo universo de 'Outlast', mas terá personagens e uma ambientação diferentes. Talvez voltemos ao Mount Massive Asylum algum dia, mas por enquanto temos novas ideias e temas que gostaríamos de explorar e acho que estamos fazendo algo especial.
Morin não deu maiores detalhes sobre o projeto, e indicou que o game ainda vai demorar a ser completado, em parte pelo tamanho do estúdio, composto por apenas 12 funcionários.
Ainda assim, o desenvolvedor não desconsiderou a ideia de se defender contra os inimigos, ao contrário do primeiro "Outlast". "É muito cedo para dizer", disse. "Parte da beleza do desenvolvimento de jogos é o processo iterativo".
Medo e loucura
"Outlast" conta a história de Miles Upshur, jornalista que visita um misterioso asilo seguindo uma dica de uma fonte anônima. Lá dentro, ele encontra os corpos dos funcionários originais do estabelecimento, e um estranho culto coordenado pelos ex-prisioneiros.
Como grande parte do jogo se passa no escuro, o herói deve utilizar o modo de visão noturna de sua câmera para navegar pelos cenários. O personagem também deve fugir dos inimigos, já que não tem meios de se defender contra eles.
No início do ano, a Red Barrels lançou uma expansão para o jogo, intitulada "Whistleblower", que narra os eventos anteriores à campanha principal.
O game está disponível para PC, PS4 e Xbox One.
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Conheça seis formas de ganhar dinheiro apenas jogando videogames
É inevitável: todo gamer um dia gostaria de poder ganhar a vida simplesmente jogando videogames. E não estamos nos referindo àquelas dicas que dão por aí do tipo "ah, faz Ciências da Computação e foca em games", ou "faz aquele curso técnico de game designer e vai trabalhar com isso", tampouco "tem aquele torneio ali que só tem profissionais, você deveria participar". Infelizmente, nenhuma dessas coisas é para qualquer um. Estamos falando aqui em transformar o simples hábito de jogar em algo que renda algum dinheiro.
Pode parecer utópico, mas há uma maneira de fazer isso acontecer. Uma não, na verdade seis! E nós listamos elas aqui para você.
Que fique claro, tratam-se apenas de dicas de como fazer dinheiro jogando videogames. Esta não é nenhuma promessa ou receita sobre como ficar rico do dia para a noite. Afinal de contas, se fosse, teríamos inúmeras pessoas ostentando seu status de "novo rico no mundo dos games".
1. Compra e venda de itens
A compra e venda de itens em jogos não é algo novo. Na verdade já faz um tempo que esse conceito existe. No entanto, a coisa atingiu um novo nível quando alguns jogos adotaram um esquema de leilões para compra e venda dos itens.
Há quem diga que tudo explodiu em Diablo III. Nele, os jogadores vendem seus itens aperfeiçoados ou raros a preços incríveis. A Blizzard, produtora do jogo, lucra U$ 1 sobre cada transação e outros 15% vão embora caso o negócio se concretize via PayPal. Mesmo assim, usuários como WishboneTheDog conseguiram fazer cerca de U$ 10.000 apenas com essas transações.
WishboneTheDog ainda publicou um extrato da sua conta no PayPal. Segundo ele, os U$ 10 mil foram obtidos única e exclusivamente através de transações feitas no jogo Diablo III
No Reddit, ele diz nunca ter usado trapaças para alcançar o feito. "Antes de Diablo III, eu nunca ganhei um centavo com jogos, principalmente porque o comércio neles era ilegal. Agora, investir e negociar faz parte do mercado de itens e é uma das formas que encontrei para me divertir. Não faria sentido se eu usasse quaisquer métodos de trapaça", afirmou.
Apesar desse parecer um bom negócio, a Blizzard já anunciou que desabilitará o recurso de compra e vendas de itens até março de 2014. O motivo, segundo a produtora, são os jogadores malandros que agem de má fé. De toda forma, você ainda tem um tempinho para fazer uma grana por lá - ou pode optar por outros jogos ou serviços que oferecem recursos semelhantes.
2. Testador de jogos
Ser testador de jogos é o emprego dos sonhos de muitos gamers. Afinal de contas, eles passam o dia inteiro jogando, apontando erros e falhas. É a vida que qualquer um deseja, certo? Errado!
Alguns sites mostram o "Lado B" dessa profissão que, na maioria dos casos, é mal remunerada. Entre os principais alertas, destacam-se aqueles que dizem que nem sempre o testador terá a sua disposição seus jogos favoritos e que tudo é feito com muito sigilo profissional.
Algumas das reclamações mais recorrentes são sobre os salários e a instabilidade do trabalho. Em artigo publicado pelo IGN, um testador chamado apenas de Keith revela que "eles nivelam o profissional pela quantidade de erros e bugs que encontra. E é esse número que vai dizer se o funcionário continua ou não no barco".
Sem dúvidas essa é uma forma de ganhar dinheiro jogando videogames, mas talvez você tenha que ter mais cautela se optar por ela.
3. Faça guias, tutoriais e detonados
Há quem diga que guias, tutoriais e detonados estragam a graça de qualquer jogo. Verdade ou não, uma coisa é inegável: existe público para esse tipo de conteúdo e é possível fazer uma grana com eles.
Existem alguns serviços que oferecem ao jogador a possibilidade de escrever e-Books e depois vendê-los. É o caso da Amazon e do Killer Guides, que tem um público imenso e faminto por esse tipo de coisa. Lá, os melhores exemplos de rentabilidade são os guias feitos para O Senhor dos Anéis. Eles geralmente tem 100 páginas, são bem elaborados e custam cerca de U$ 30.
4. Vídeos ainda são um bom negócio
Gravar vídeos do seu gameplay com seus comentários e jogá-los no YouTube ainda é uma boa forma de ganhar uma grana - principalmente se você monetizá-los. Para conseguir isso, o YouTube diz que seus vídeos tem que ter comentários seus do começo ao fim, não apenas em partes específicas.
No entanto, esse tipo de conteúdo vem se tornando mais popular a cada dia que passa e o mercado está começando a saturar. A chegada do PlayStation 4 e Xbox One deve contribuir ainda mais com isso, já que os consoles prometem facilitar a captura de vídeos do gameplay dos jogadores.
A saída, portanto, é apostar na inovação e no inusitado para se tornar relevante, ter muitas visualizações e tornar o negócio rentável. Foi o que fez o usuário PewDiePie que apostou na comédia para fazer as pessoas rirem enquanto assistem aos seus vídeos. Hoje, ele tem mais de 16 milhões de pessoas inscritas em seu canal e boa parte dos seus vídeos tem mais de um milhão de visualizações.
5. Evolua seus personagens e os venda
Esse é, talvez, o método mais conhecido por todos. Comum entre aqueles que jogam World of Warcraft, a venda de personagens fortes e equipados com todo tipo de habilidade, armas e magias faz parte da rotina de quem acompanha esse MMORPG.
A prática é proibida pelos termos de uso do jogo e foi banida de sites de leilão populares, como o eBay. A ação, no entanto, abriu espaço para o surgimento de sites especializados no assunto, como é o caso do Armory Bids e o Player Auctions, onde alguns personagens chegam a custar algumas dezenas de milhares de dólares.
6. Use os jogos como um meio de treinamento para uma nova profissão
Tudo bem, essa talvez seja a forma mais difícil de se ganhar dinheiro com videogames, principalmente se você não souber absolutamente nada sobre o mercado da profissão que deseja ter. Mas ainda assim, é uma possibilidade e já aconteceu algumas (poucas) vezes.
É o caso do jovem Jann Mardenborogh de 22 anos. Ele era apenas um fanático por Gran Turismo que passava horas e horas em busca da curva perfeita e dos ajustes perfeitos para os seus carros. Até que ele decidiu participar de um campeonato virtual.
Após fazer 90 mil competidores comerem poeira no campeonato, Jann foi convidado a participar da GT Academy, uma competição patrocinada pela Nissan e Sony. Nela, ele pôde pilotar um Nissan (dessa vez de verdade) nas 24 Horas de Dubai.
Surpreendentemente, ele ficou em terceiro lugar na sua classe e foi convidado sucessivamente a participar de outras competições no mundo real. "Foi um processo natural para mim. Eu nunca havia pilotado um carro de verdade antes, só fiz isso em Gran Turismo. Mesmo assim, tudo pareceu absolutamente natural para mim", disse o rapaz depois de alcançar a Fórmula 3.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
"Fruit Ninja" terá repaginação gráfica e novas mecânicas em outubro
A Halfbrick Studios anunciou que grandes mudanças esperam o sucesso das plataformas mobile "Fruit Ninja" no início de outubro. O jogo será totalmente repaginado, com gráficos atualizados e opções de menu, além de fazer alterações significativas em sua jogabilidade.
Mais importante entre estas mudanças está a alteração nas diferentes lâminas e dojos disponíveis para compra. Antes puramente cosméticas, a partir da atualização cada uma terá um efeito e impacto diferente nas partidas. Por exemplo, o fundo Grande Onda poderá liberar até dez frutas simultaneamente, enquanto a lâmina Rajada de Outono causa tornados ao cortar abacaxis.
Além das mudanças nas mecânicas do game, cada dojo e arma estarão marcados no placar de liderança do game.
Um dos títulos mais emblemáticos no mercado mobile, "Fruit Ninja" foi lançado em 2010 e chegou 300 milhões de downloads 2 anos depois. O jogo já foi lançado para o Xbox 360 utilizando o periférico Kinect, e uma nova versão chegará ao Xbox One ainda neste ano.
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Jogador alcança o nível 1.000 em Diablo III: Reaper of Souls
Alguns jogadores levam uma conquista muito a sério, principalmente quando o assunto é ser o primeiro a atingir um marco dentro do jogo. Se conseguir o nível 99 dentro de Diablo II já era difícil, o jogador Gabynator mostrou que o título mais recente da Blizzard consegue desafiar muito mais os fãs nesse quesito. Ele chegou até o nível 1.000 com seu personagem em Diablo III: Reaper of Souls – um feito que precisou de muito tempo e dedicação juntamente com os membros da sua guilda.
Para atingir este nível, o jogador entrava em aventuras diretas contra Malthael na maior dificuldade possível, assim o personagem podia pegar rapidamente os pontos de experiência, sair e começar outra corrida com outros companheiros. O jogador também entrou em vários calabouços nessa dificuldade para alcançar a conquista.
O glorioso momento foi registrado por meio de sua transmissão pessoal no Twitch, e você pode conferir no vídeo logo abaixo.
O mais interessante é que os níveis de Diablo III não contam com nenhuma limitação, o que implica que, se o jogador quiser, ele pode continuar a evoluir seu personagem infinitamente. O pequeno problema é que, para chegar ao nível 1.001, ele precisa da mesma quantia de experiência que os primeiros 244 níveis... Parece um trabalho bem cansativo, não?
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
domingo, 10 de agosto de 2014
The Last of Us: roteiro do filme será um pouco diferente do jogo
site MCV conversou com Neil Druckmann, o produtor e roteirista do filme de The Last of Us, que contou como está sendo o processo de adaptação do jogo para as telonas. De acordo com ele, a tarefa não está sendo nada fácil, principalmente porque concentrar mais de 15 horas de jogo em apenas 2 horas é um trabalho que exige muito cuidado.
Druckman também disse que alguns elementos devem ficar de fora do filme, porque são coisas que cabem muito bem em um jogo, mas não são exatamente compatíveis com o cinema. O processo todo precisa ter muito foco: “Bem, sobre o que é essa história? Ela é claramente sobre Joel e Ellie. Quais são os itens mais importantes que não podemos perder? Comece com isso e corte todo o resto fora”.
O que ele quis dizer é que o foco do jogo é o relacionamento entre os dois personagens, e isso continuará sendo o centro da história. Contudo, alguns elementos e passagens terão de ser removidos — ou reescritos — para fazer mais sentido no filme. Tudo isso, é claro, sem que a história original perca a sua essência, que foi um dos grandes fatores do sucesso do jogo, lançado ano passado.
O filme de The Last of Us está sendo produzido em conjunto pelo próprio Neil Druckmann e por Sam Raimi, responsável pela primeira trilogia de filmes do Homem-Aranha. Além disso, já surgiu a possibilidade de que a atriz Maisie Williams, a Arya Stark de Game of Thrones, interprete Ellie.
Assinar:
Comentários (Atom)