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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Square Enix e estúdio argentino revelam card game mobile "Project Carnival"

Game está sendo desenvolvido em parceria entre Square Enix e estúdio argentino

A Square Enix da América Latina e a desenvolvedora argentina Okam Studio divulgaram o lançamento de "Project Carnival" para dispositivos iOS e Android em 2014.
De acordo com o anúncio, "Project Carnival" é "um RPG de cartas para a atual geração de smartphones". O título tem modos de jogo individuais e com elementos de cooperação.
Na história, após milhares de anos de paz, os deuses que cuidavam da Terra a abandonaram, iniciando uma guerra. Para lhes dar uma lição, Momo prende os guerreiros em cartas e realiza a cada ano um torneio entre elas chamado "Project Carnival".

Xbox One precisará de atualização de firmware para funcionar no lançamento

Público teve a oportunidade de testar os primeiros jogos do Xbox One na BGS 2013

Albert Penello, diretor de planejamento da Microsoft, disse em entrevista ao site Engadget que os usuários não poderão fazer muita coisa com o Xbox One sem a atualização do primeiro dia.
Questionado sobre o que os usuários poderão fazer sem ela, Penello respondeu: "Nada. Você precisa da atualização do primeiro dia".
"Muitos aplicativos veem com a atualização do primeiro dia porque eles nem estavam terminados ainda," disse Penello. "Você vai precisar fazer essa atualização. Não será uma coisa realmente opcional". A atualização inicial terá cerca de 500 MB.
O Xbox One chegará ao Brasil no dia 22 de novembro custando R$ 2.300.

Battlefield 4 Super analise

CONSIDERAÇÕES

"Battlefield 4" aprimora tudo o que já era bom no game anterior, publicado em 2011 pela produtora sueca DICE. O jogo faz bonito no modo multiplayer, nos cenários destrutíveis e agora, com diversas formas de interação em mapas dinâmicos.

Nos consoles atuais, o novo "Battlefield" é mais bonito do que seu predecessor, mas não muito. É no PC - e quem sabe nos consoles de próxima geração - que a guerra moderna da DICE realmente brilha. "Battlefield 4" é uma experiência multiplayer por excelência e é assim que deve ser apreciado: em partidas que combinam estratégia e tiroteio intenso, exigindo coordenação e trabalho em equipe dos jogadores.

A campanha solo é melhor do que a de "BF3", mas não muito - de fato, suas 5 horas se salvam pela excelente dublagem brasileira.
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INTRODUÇÃO

Para uma franquia nascida no PC, "Battlefield" percorreu um longo caminho: seu quarto episódio canônico chega agora, no entardecer da geração para PC, PlayStation 3 e Xbox 360. Em novembro, o game estará no PS4 e no Xbox One.
"Battlefield 4" tenta novamente emplacar uma campanha solo, sem muito sucesso. Ao menos a versão brasileira se garante com o excelente trabalho do ator André Ramiro (o Mathias de "Tropa de Elite") que encarna o esquentado Irish na aventura.
O forte mesmo aqui é o componente multiplayer, que oferece uma boa variedade de modos de jogo, mapas destrutíveis e interativos e, principalmente, as batalhas que envolvem estratégia, veículos e trabalho em equipe, tão características da série.

PONTOS POSITIVOS

  • Multiplayer robusto
  • Não tenha dúvidas: "Battlefield 4" é um game para se jogar online. É nos mapas detalhados e cheios de rotas e zonas de calor que a diversão acontece, seja a pé ou em veículos - quadriciclos, blindados pesados, tanques, helicópteros, caças e botes estão entre as opções. No PC, os mapas são maiores e suportam 64 jogadores. No PS3 e no Xbox 360, a área é mais adequada para os 24 jogadores aceitos pelas máquinas.

    Por sinal, as partidas ficam realmente divertidas quando você consegue entrar em um jogo com o número máximo de jogadores, especialmente se eles forem conhecidos e equipados com headsets - só assim você consegue coordenar o trabalho em equipe necessário para dominar cada ponto estratégico e alcançar a vitória. Jogando com estranhos, às vezes fica a sensação de ser apenas um "Call of Duty" vitaminado com mapas maiores e veículos.

    As arenas são interativas e com cenários destrutíveis. Vale a pena explorar o território para conhecer as possibilidades: em um mapa, você pode ativar postes que fecham corredores e mudam as rotas para os pontos de dominação. Em outro, você pode fechar venezianas e conseguir uma cobertura para seus atiradores de elite, por exemplo. Aprender onde estão os canhões e metralhadoras pesadas também é uma obrigação dos jogadores dedicados, ainda mais na hora de encarar inimigos guiando tanques de guerra ou helicópteros.

    "Battlefield 4" também marca o retorno do modo Comandante, herança do clássico "Battlefield 2". Aqui, você atua como um líder isolado, coordenando seu time de um ponto de vista elevado do mapa. Pode não ser o papel mais empolgante, mas acrescenta mais uma camada tática ao que já era bom.

    O game não traz muita variedade em termos de modos de jogo, mas se garante muito bem com as tradicionais modalidades de captura de pontos estratégicos e ataque e defesa das bases. Algumas variações incluem um modo de mata-mata em equipe sem veículos e coisas do tipo, mas honestamente, a diversão está nas modalidades que fizeram a fama de "Battlefield".
  • Som e visual excelentes
  • Tecnicamente, "Battlefield 4" é um game incrível, com gráficos caprichados e uma engine de som excepcional. A sensação de estar em um campo de batalha, com tiros vindo por todos os lados, veículos passando ao redor, gritos e explosões é um dos pontos altos do game, seja nas partidas multiplayer ou na campanha solo.

    Os efeitos sonoros mudam conforme a posição em que você se encontra: ao ar livre, os disparos inimigos são muito mais altos, mas mudam conforme você se esconde em uma tubulação de concreto ou no interior de uma casa - o que nem sempre é uma boa ideia, já que um explosivo ou um tiro de canhão podem botar a parede abaixo.

    Graficamente, "Battlefield 4" é superior no PC em comparação aos consoles atuais. Ainda não vi o jogo rodando no Xbox One ou no PlayStation 4 mas por enquanto o game de computador é a melhor opção para os fãs de efeitos visuais e texturas em alta definição. Mesmo assim, a edição para PS3 e Xbox 360 consegue ser mais bonita do que o jogo anterior, "Battlefield 3".

    O visual é muito fotorealista, mas não seria tão impressionante sem animações e movimentação no mesmo nível. Por sorte, "Battlefield 4" não desaponta: as armas são muito bem feitas, assim como os veículos. Os movimentos são fluídos, a troca de munição e o uso de acessórios, como ajustar uma mira, por exemplo, sempre é bem animado e bonito de assistir.
  • Dublagem brasileira
  • Já aviso agora: a campanha solo de "Battlefield 4" não é grande coisa, mas vale jogar por alguns motivos, sendo o principal deles a ótima dublagem brasileira do game. A decisão de contratar atores conhecidos do cinema e da TV nacional para os papéis principais se provou das mais acertadas.

    A dupla Dan Stulbach e André Ramiro cedem suas vozes para Pac e Irish, os dois guerreiros que acompanham o jogador em sua aventura pelas ruas de Shangai e além. As vozes soam naturais e não agridem o ouvido com expressões estranhas ou exageradas. Em alguns momentos, superam o original norte-americano, ao menos para a audiência brasileira, com palavrões e interjeições típicas daqui, daquelas que você ouve e pensa: "Eu diria exatamente isso nessa hora".

    Os outros dubladores de "Battlefield 4" acabam parecendo fracos perto da dupla, principalmente de Ramiro - é difícil não associar o ator ao policial Mathias, de "Tropa de Elite", ainda mais em um jogo de temática militar - mas ao invés de parecer uma imitação, a atuação soa natural e dá vida ao personagem Irish, como poucas vezes em um game localizado para o Brasil.

PONTOS NEGATIVOS

  • Campanha solo
  • Como disse antes, a campanha solo de "Battlefield 4" é o ponto mais fraco do game. É uma aventura curta: você vai de uma ponta a outra da história em cerca de cinco horas, jogando na dificuldade média. A trama é bacana, lembrando às vezes os livros do falecido Tom Clancy - como em uma longa passagem dentro de um navio norte-americano, que é mostrado nos mínimos detalhes mas onde praticamente nada acontece.

    A aventura coloca o jogador como líder do esquadrão Lápide em uma missão de extração em Shangai, em um cenário de guerra entre a China e os EUA. A trama maior é um tanto secundária e você logo se vê diante do drama pessoal do grupo. O jogo tenta explorar as relações pessoais dos soldados, desde a ótima introdução ao som de "Total Eclipse of the Heart" até os três finais possíveis.

    Ainda assim, a campanha tem alguns momentos chatos - desde uma cena guiando um carro comum, com a direção muito pior do que todos os outros veículos do jogo - você se sente pilotando um sabonete que voa sobre o asfalto - ou o já citado trecho no navio. Um dos melhores estágios, já perto do fim, tem 'checkpoints' muito distantes, o que deixa a jogatina irritante quando você morre e precisa retornar até o começo da fase.

    As missões são em áreas mais abertas do que os estágios do rival "Call of Duty", mas menos diversificadas do que em um "Halo", por exemplo. Além disso, não aproveitam os elementos que fazem o multiplayer de "Battlefield" tão bom. Basicamente, você avança - de várias formas, ok - eliminando inimigos. Falta o componente tático que torna o game mais profundo nas partidas online.

    Por fim, fica a dica: não olhe a lista de conquistas (ou troféus) antes de terminar a campanha. Os três finais são descritos ali, de forma bem direta e sem mistérios, estragando a surpresa da história.
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domingo, 10 de novembro de 2013

Sony cria novo "viral" bizarro Hadouken Cabs, com referências ao PS4

A Sony acaba de publicar um novo vídeo que é um tanto quanto... bizarro. O "viral" é um comercial para uma companhia fictícia chamada Hadouken Cabs e faz diversas referências ao universo de Street Fighter e ao PS4. Assista abaixo.




Por enquanto é impossível saber do que se trata o vídeo, mas é seguro chutar que seja um teaser para algum exclusivo para o PS4. Street Fighter Kart, será? Via VG 24/7.
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"Knack", de PS4, terá modo cooperativo para duas pessoas

"Knack", título de lançamento do PlayStation 4, terá um modo cooperativo local para duas pessoas. Um segundo jogador poderá entrar a qualquer momento no jogo e assumir o papel de Robo Knack, um ajudante metálico do protagonista.
Robo Knack tem as capacidades de doar peças ao Knack ou curá-lo através do botão triângulo. Os jogadores poderão utilizar tanto o DualShock 4 quanto o PS Vita para jogar "Knack" com duas pessoas.
A Sony divulgou um vídeo mostrando o modo cooperativo em ação:
Colecionando peças
O modo história do jogo trará mais de 60 salas secretas que contêm baús onde o protagonista poderá encontrar novas engenhocas ou as raras Relíquias de Cristal.
No total são oito engenhocas, cada uma precisando de três a sete partes para ficar completa. Quando completa uma engenhoca, Knack pode equipá-la para aumentar suas habilidades ou adicionar uma nova.
A Sony também lançou um aplicativo para iOS (a versão para Android deve chegar em breve) chamado "Knack's Quest". Trata-se de um jogo gratuito de combinação de joias que recolhe peças que poderão ser utilizadas por Knack no jogo para o PS4. Após o lançamento do console, o aplicativo receberá uma atualização que permitirá conectá-lo ao PS4 para a transferência dos espólios.
Totalmente em português, "Knack" será um dos títulos do lançamento do PlayStation 4, que chegará às lojas brasileiras em 29 de novembro, ao preço de R$ 4.000.


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BlizzCon 2013: E-Sport é secundário em "Heroes of the Storm", diz produtor

Principal novidade da BlizzCon 2013,"Heroes of the Storm" cativou o público desde o trailer cinematográfico exibido na abertura do evento na sexta-feira (8) até seus minutos finais. Nem o show da banda punk Blink-182 diminuiu as filas para jogar a demonstração do primeiro MOBA da Blizzard.
Vale notar, essa foi a reapresentação do jogo, mostrado pela primeira vez como "Blizzard Dota" em 2010, no mesmo centro de convenções em Anaheim, nos EUA. Agora,"Heroes" é um game muito mais robusto do que o mapa de "StarCraft II" de três anos atrás. Com um grande time envolvido em sua produção, o game é a resposta da Blizzard para o gênero que ajudou, ainda que indiretamente, a criar.
Na BlizzCon 2013, UOL Jogos entrevistou Kaeo Milker, produtor sênior do game. Acompanhe a conversa:
UOL Jogos: Quando vocês decidiram abraçar o desenvolvimento de "Heroes of the Storm"?
Kael Milker: Em 2010, nosso time decidiu tirar uma folga após o lançamento de "StarCraft II: Wings of Liberty" e criar alguns mapas apenas para se divertir. Assim, a versão original de "Heroes of the Storm" era um mapa que fizemos e levamos para a BlizzCon naquele ano. Era legal, mas só alguns de nós haviam trabalhado nele nos meses anteriores.
Como o público gostou do mapa no evento, decidimos trabalhar mais nele e o trouxemos de volta na BlizzCon 2011. Já era algo maior e as pessoas reagiram de forma mais empolgada ainda. Depois daquela convenção, voltamos para casa e tivemos muitas conversas sobre o que fazer com esse jogo. Foi algo como "Agora isso é um mapa, mas podemos fazer muito mais com isso".
Foi preciso pensar como separá-lo de "StarCraft II" e o que mudar para transformar aquele mapa em um jogo único. E foi assim que "Heroes of the Storm" nasceu, um jogo que quer reinventar seu próprio gênero, um gênero que está por aí e muitas pessoas jogam. Ele ["Heroes of the Storm"] é a versão da Blizzard desse tipo de jogo.

UOL Jogos: As arenas de "Heroes of the Storm" fogem um pouco do padrão dos MOBAs...
Milker: Sim! Nós demonstrando quatro campos de batalha na BlizzCon esse ano. Cada um possui seu próprio estilo e variações das mecânicas do gênero. São mapas com três áreas para avançar, mas onde introduzimos objetivos específicos para cada mapa. Você pode até jogar e não interagir com eles, se quiser, mas alcançar os objetivos muda totalmente o curso do game.
Em um dos mapas você coleta três tributos, insígnias que surgem em pontos aleatórios da arena. Isso força ambos os times a lutarem, todos os heróis dos dois lados vão para cima do tributo e disputam sua posse. Quando o time consegue três deles, uma divindade amaldiçoa o outro time, enfraquecendo seus minios e impedindo suas torres de atacar, por exemplo. E essa é uma ótima oportunidade para avançar seu time por alguns minutos.
Mesmo que seu time não consiga ganhar o objetivo na primeira vez, você tem a oportunidade de tentar de novo algumas outras vezes durante a partida, não é algo que acontece apenas uma vez e define o destino do jogo. Mesmo perdendo a primeira, seu time pode se organizar e capturar outros dois objetivos e virar o jogo.
UOL Jogos: Vocês planejam construir uma liga de e-sport ao redor de "Heroes of the Storm"?
Milker: No momento, nosso foco é produzir um jogo realmente divertido e baseado em equipes, um game que as pessoas vão curtir. Não estamos descartando o e-sport ou coisa do tipo, mas nossa ambição é criar um ótimo jogo. Se depois a comunidade quiser que"Heroes" se torne um e-sport, se isso for algo em que eles estiverem interessados, nós daremos todo o suporte para isso.
A Blizzard tem um time dedicado ao e-sport, nós trabalhamos no WCS, o campeonado mundial de "StarCraft II", ou seja, estamos acostumados em apoiar o esporte eletrônico, mas agora essa é uma coisa secundária, mas vamos dar todo o apoio se for algo que a comunidade desejar.
UOL Jogos: Como vocês escolheriam os mapas para um campeonato? Popularidade? Sorteio?
Milker: Nós reconhecemos que alguns dos mapas de "Heroes of the Storm" não serviriam para um ambiente realmente competitivo, enquanto outros seriam escolhas mais seguras. Até por isso, não estamos pensando no e-sport como uma prioridade para o game no momento.


sábado, 9 de novembro de 2013

BlizzCon 2013: "Diablo III" de PS4 já virá com expansão "Reaper of Souls"

A Blizzard anunciou que no PlayStation 4, "Diablo III" virá em uma edição subintitulada "Ultimate Evil Edition". A caixa inclui o conteúdo do jogo original e a expansão "Reaper of Souls".
Vale notar, no novo console da Sony, essa será a única opção para jogar"Diablo III". O game original e a expansão não serão vendidos separadamente.
Assim, os jogadores de "Diablo III" no PlayStation 4 terão acesso a todo o conteúdo do game, inclusive o Ato V, o modo Adventure e claro, o Cruzado, sexto herói do RPG de ação.
Não foi divulgada uma data de lançamento para a "Ultimate Evil Edition".

RPG social
No PlayStation 4, "Diablo III" vai contar com algumas funções únicas, que aproveitarão as ferramentas de compartilhamento social do console e de seu controle, o DualShock 4.
A produtora sênior Julia Humprhrey explicou algumas delas ao UOL Jogos, durante a Blizzcon 2013: a primeira função social é a capacidade de enviar mensagens para outros jogadores da sua lista de amigos, dentro do jogo. Também será possível enviar ícones de emoção, os chamados 'emotes' utilizando o touchpad do DualShock 4. É uma alternativa rápida para quem não conta com um headset na hora de jogar e não quer sair do game para enviar uma mensagem pelo sistema do PS4.
Uma ferramenta mais interessante é o "Gift": ao jogar "Diablo III" no PlayStation 4, você pode encontrar um item raro em um baú ou ao matar um inimigo poderoso. Esse item pode vir acompanhado por outro item, como uma arma extra especial, por exemplo. Esse segundo item só pode ser compartilhado com um amigo dentro do jogo, como um presente, explicou Julia.
Por fim, há o sistema de Revenge Kill, onde você vinga companheiros caídos em batalha. É uma ferramenta social digna de um game como "Diablo": quando um amigo seu é morto por um monstro, essa criatura tem uma chance de evoluir e se tornar um monstro tipo elite, por exemplo. Ela vai atravessar um portal e entrar no seu game.
"Nessa hora, você receberá uma mensagem, informando que o assassino do seu amigo está caçando você", conta Julia. Ao encontrar e derrubar o monstro, você e seu amigo caído receberão uma recompensa.
Para Julia, essas funções sociais são uma forma de manter os jogadores em contato. "Nós sabemos que 'Diablo III' é mais divertido quando você joga com amigos e por isso incluimos a opção de co-op local nos consoles".
"Mas sabemos que nem todos tem tempo para jogar juntos quando querem. Então, com o sistema de correio, presentes e vinganças, esperamos que os jogadores se sintam conectados, mesmo quando não estão jogando ao mesmo tempo, na mesma partida".
Além do PlayStation 4, a expansão "Reaper of Souls" de "Diablo III" está confirmada para chegar aos computadores. Até o momento, nada foi dito sobre as plataformas PS3, Xbox 360 ou possíveis versões para Xbox One ou Wii U.